O trajeto para o Museu das Favelas se iniciou após a finalização da aula de Identidade e
Cultura que temos na quarta-feira, das 8h às 10h, assim logo que saímos da sala já nos
reunimos para relembrar o percurso que seguiríamos até o destino do trabalho, esse o qual
seria um ônibus, o metrô e a chamada de um carro de aplicativo (Uber), que consideramos
que seria mais prático no itinerário.
Dessa forma, andamos até o ponto de ônibus, onde seria o primeiro transporte do nosso
caminho. Ao entrarmos no ônibus intermunicipal, indo a São Paulo, expusemos nossas
expectativas sobre o local e quais dificuldades achávamos que seriam enfrentadas. Cada
um, tinha uma visão do que aquele passeio nos traria, alguns com receio de assaltos,
outros ansiosos para ver determinada exposição, mas todos com curiosidade sobre o que o
instituto que seria visitado nos traria de novo.
Ao chegarmos na estação de metrô, compramos bilhetes para quem não possuía o cartão
e embarcamos no nosso segundo transporte, esse foi mais rápido que o primeiro que durou
cerca de 40 minutos, o percurso das estações no metrô teve duração de 15 minutos.
Após esse deslocamento, andamos por um período na Avenida Paulista à procura de um local para almoçar, já que era quase meio dia, decidimos ir no Mcdonald 's, lá discutimos mais ideias sobre o trabalho e seus desdobramentos.
Por fim, nos separamos em dois trios e um quarteto para pegarmos os ubers até o Museu das Favelas, esse o qual o trajeto foi de 20 minutos. Ao chegarmos no local, ficamos surpreendidos com o espaço, que além de muito grande era repleto de arte e explicações da cultura das favelas. E assim, entramos em consenso que o local ultrapassou a expectativa de todos, com jogos lúdicos e uma forma contemporânea de traduzir a identidade das favelas brasileiras.
Após concluirmos nossa pesquisa, seguimos o mesmo esquema de transporte que
utilizamos na ida: pegamos um Uber, divididos em três grupos (3, 3 e 4 pessoas).
Chegamos à estação de metrô da Consolação, onde todos nos encontramos e embarcamos
no sentido Vila Prudente.
Durante o trajeto de volta, comentamos sobre como aproveitamos a experiência e o encanto
coletivo com o local; não esperávamos a estrutura física que o museu possui,
acreditávamos que seria rico em conteúdo, mas não de forma tão variada, elaborada e bem
construída. Ficamos impressionados com os elementos marcantes da cultura e, ao mesmo
tempo, com as críticas sociais presentes nas exposições.
O grupo se dispersou em diferentes estações, uma pessoa desceu na estação Ana Rosa,
outros desceram no Sacomã e alguns seguiram até Tamanduateí. Para aqueles que
continuaram até Tamanduateí, foi necessário fazer uma integração na CPTM, utilizando o
trem, com destino a São Caetano e Mauá. Em termos de custo, cada pessoa gastou cerca
de 30 reais para fazer o percurso de ida e volta
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